Porque precisamos escolher bem o que fazer em nosso dia a dia. As nossas escolhas definem a nossa qualidade de vida.


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quarta-feira, 14 de junho de 2017

COMER BEM: BOLO JUNINO LOW CARB



os festejos juninos estão chegando, e para quem adora um bolinho e não quer sair da dieta pode se deliciar com esse bolinho maravilhoso.

INGREDIENTES

2 OVOS
1 colher de margarina
3 colheres de azeite doce
3 colherwa de creme de leite
7 colheres de água
adoçante a gosto
essência de baunilha
2 colheres de cacau em pó
5 colheres de farelo de trigo
3 colheres de farinha de linhaça
1 colher de fermento
1 pacote com 30 ou 50 g de amendoim torrado e sem pele



MODO DE FAZER

No liquidificador bata por 1 minuto o ovo, creme de leite, água, margarina,  azeite doce, adoçante, cacau em pó e a essência.
Desligue e junte o farelo de trigo  e a farinha de linhaça. Bata novamente, desligue e adicione o fermento mexendo com uma colher. Se comprar amendoim industrializado, lave para retirar o excesso de sal e misture  metade na massa do bolo sem bater.

Unte uma forma de silicone com manteiga e despeje o restante do amendoim no fundo, em seguida  adicione a massa ao poucos.

Leve ao micro-ondas por de 5 a 6 minutos, desenforme e sirva.
Se desejar faca uma caldinha com creme de leite, adoçante e meia colher de cacau em pó, regue o bolo fica muito bom.


Esse bolo fica maravilhoso, molhadinho, docinho e levemente crocante, devido ao amendoim. 


Matéria postada por:http://sandraleid.blogspot.com.br/2012/05/bolo-junino-low-carb.html

terça-feira, 13 de junho de 2017

DICAS LITERÁRIAS: CONFISSÕES DE SANTO AGOSTINHO



Frei Betto

                                               


       A Peguin-Companhia das Letras acaba de lançar nova edição do clássico Confissões, de Santo Agostinho (354-430), em tradução de Lorenzo Mammì.

       É a primeira autobiografia da literatura ocidental. Na falta de Freud, e sob o peso de sua vida pré-cristã, Agostinho escalou todos nós, leitores, como seus terapeutas. Ele se despe aos nossos olhos nos treze livros que compõem a obra.

       O autor já passara dos 40 anos e era bispo de Hipona (na atual Argélia) ao iniciar a redação. Descreve episódios bizarros, como a recusa à proposta de pagar um adivinho para vencer um concurso de poesia dramática.

       A espiritualidade de Agostinho é acentuadamente evangélica, de quem se sente “morada divina” (João 14, 23), e crê que “tu não abandonas tua criatura como eles abandonam seu Criador” (V, II). “Onde estava quando te procurava? Tu estavas diante de mim, mas eu me afastara até de mim mesmo e não me encontrava, quanto menos a ti!” (V, II). “Tarde te amei, beleza tão antiga e tão nova, tarde te amei. Mas eis: estavas dentro e eu estava fora” (X, XVII, 38).

       Mudam os tempos, não os costumes! Agostinho faz severa crítica aos discursos demagógicos: “Como eu era miserável e de que maneira fizeste com que sentisse minha miséria naquele dia, quando me preparava para declamar o elogio do imperador (no décimo aniversário do reino de Valentiniano II, em 385) em que diria muitas mentiras e mentindo ganharia a aprovação dos entendidos” (VI, VI, 9).

       Confessa a inveja que sentiu de um mendigo bêbado que cantava e ria em uma rua de Milão: “Ele era mais feliz, sem dúvida, não apenas porque transbordava de alegria, enquanto eu era dilacerado por preocupações, mas também porque ele ganhara o vinho augurando o bem, enquanto eu buscava a vanglória mentindo” (VI, 10).

       Em exaltação ética, cita seu amigo Alípio que, na Itália, assessorava o responsável pelas finanças do país: ”Um senador poderosíssimo, que a muitos cativava pelos benefícios ou subjugava pelo medo, aproveitando-se de seu poder, como era seu costume, pretendeu que lhe fosse concedido algo proibido pelas leis: Alípio se opôs. Prometeram-lhe um prêmio: menosprezou-o resolutamente. Fizeram-lhe ameaças: rechaçou-as com energia incomum, maravilhando todos por não aceitar como amigo ou temer como inimigo um homem tão importante, celebrado pela vasta reputação de dispor de inúmeros meios para favorecer ou prejudicar alguém” (VI, X, 16).

       Agostinho amasiou-se por longos anos. E a isso se refere abertamente: “Amarrado à doença da carne por uma atração mortífera” (VI, XII, 21) (...) “de maneira alguma eu poderia suportar uma vida de celibatário” (22) (...) “e pedi em casamento uma jovem à qual faltavam cerca de dois anos para ser núbil” (23) (...) “quando aquela com a qual eu costumava me deitar foi arrancada do meu flanco por ser um empecilho ao casamento, meu coração, que se apegara a ela, despedaçado e ferido, deixou um rastro de sangue. Ela voltou para a África prometendo a ti que não conheceria outros homens, e deixou comigo o filho que tive com ela” (VI, XV, 25).

       Jostein Gaarder não foi justo emVita Brevis – a carta de Flória Emília para Aurélio  Agostinho (São Paulo, Companhia das Letras, 1997), pois Agostinho soube cuidar de Adeodato, levou-o para Milão e fez dele personagem do diálogo A vida feliz e interlocutor em O mestre. Não poupou elogios ao filho: “Tinha apenas quinze anos e superava em inteligência muitos homens sérios e eruditos (...) Sua inteligência me dava arrepios” (IX, VI, 14).

       Confissões contém ainda tratados sobre a memória, o tempo, a verdadeira felicidade. E cita a piada: “O que Deus fazia antes de criar o céu e a terra? Não respondo como alguém respondeu, esquivando com uma brincadeira a contundência do questionamento: ‘Prepara o inferno para quem investiga mistérios profundos.’ Não respondo assim. Prefiro responder: Não sei o que não sei” (XI, XII, 14).

       Eis uma obra que, dezessete séculos depois, permanece atualíssima.


Frei Betto é escritor, autor de “Parábolas de Jesus – ética e valores universais” (Vozes), entre outros livros.
 http://www.freibetto.org/>    twitter:@freibetto.

Você acaba de ler este artigo de Frei Betto e poderá receber todos os textos escritos por ele - em português, espanhol ou inglês - mediante assinatura anual via mhgpal@gmail.com

segunda-feira, 12 de junho de 2017

DICAS DE SAÚDE: A FRUTA QUE CURA A INSÔNIA E RESTAURA O SISTEMA NERVOSO


Vamos falar neste post de uma fruta muito especial. Ela tem várias propriedades terapêuticas.

Algumas delas:

- É um fruto bastante comum na América Central.
- Alivia o estresse.
- Fortalece a imunidade do corpo, pois é rica em ferro, fósforo e outras substâncias.
- Está sendo estudado a todo vapor por pesquisadores da região, especialmente porque tem grande fama de ser poderosa contra o câncer, inclusive mais potente que a graviola.

- Suas folhas ajudam no combate ao vício do cigarro.
- Trata distúrbios do sono como a insônia, pois contém grande quantidade do aminoácido triptofano, essencial para restaurar o sistema nervoso.
- De qual fruta estamos falando? Do mamoncillo (nome científico: Melicoccus bijugatus), também conhecido como lima-espanhola, papamundo, huaya, limoncillo, guaym ou pitomba. O mamoncillo é bastante consumido em países da América Central e do Sul, como Nicarágua, Colômbia e Venezuela.


A fruta ainda não é muito comum aqui no Brasil, mas pode ser encontrada na Região Norte do país. Na Nicarágua, por exemplo, moem-se as suas sementes para eliminar vermes e parasitas. O fato é que a fruta é alvo de estudos intensos, porque  os cientistas querem provar que o mamoncillo é capaz de curar o câncer.


Para o nutricionista Yaksic Ramiro Gonzales, suas propriedades favorecem pessoas com câncer porque a fruta contém nutrientes que inibem as células cancerosas, ou seja, não deixe que elas se espalhem.

Além dessa maravilhosa notícia, também podemos encontrar no mamoncillo outros benefícios, como:

– Impede a proliferação de vírus e bactérias
– Protege a imunidade da mulher grávida, graças ao seu ácido orgânico
– Ajuda no tratamento de epilépticos
– Combate doenças nos rins
– Cura infecções urinárias
– Regulariza o aparelho digestivo
– Trata infecções nos brônquios
– Acaba com febre alta
– Combate gripes e resfriados

Além disso, ela possui vitaminas B1, B3, B6 e B12 e quantidades consideráveis de sais minerais, aminoácidos e ácidos gordos insaturados, como oleico e linoleico.

E então, vale ou não correr atrás dessa fruta maravilhosa? Vale sim! Precisamos popularizá-la no Brasil e incentivar seu plantio. Afinal, ela é um verdadeiro remédio natural e, com certeza, poderá contribuir muito para a saúde dos brasileiros.

Matéria postada em SAÚDE EM GERAL : http://www.saudeemgeral.com.br/a-fruta-que-cura-a-insonia-e-restaura-o-sistema-nervoso/


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