Porque precisamos escolher bem o que fazer em nosso dia a dia. As nossas escolhas definem a nossa qualidade de vida.


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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

CINEMANIA: OSCAR 2014 - AMERICAN HUSTLE (2013) - TRAPAÇA

Por Rossana Menezes



Direção:
David O. Russel
Escritores:
Eric Warren Singer, David O. Russel
Elenco:
Christian Bale, Ame Adams, Bradley Cooper, Jennifer Lawrence
Release: 20 de Dezembro, 2013
Indicações: Filme, Diretor, Ator, Atriz, Ator Coadjuvante, Atriz Coadjuvante,  Roteiro Original, Figurino, Montagem e Design de Produção




Baseado em alguns fatos reais, como nos é apresentado no começo do filme, American Hustle conta a história do golpista, Irving Rosenfeld, e sua parceira, Sydney Prosser, que se vêem obrigados a trabalhar em conjunto com o agente Federal Richie DiMaso em uma operação para desmacarar outros golpistas e políticos corruptos. 

O filme é uma bela homenagem a Martin Scorsese. Nele podemos percerber vários elementos bem característicos do diretor, como o estilo da narrativa, ângulos, alguns planos - sequência. Mas, infelizmente, apesar de gostar bastante de Scorsese, se eu tivesse que definir American Hustle em apenas uma palavra, ela seria TÉDIO!

O filme conta com alguns excelentes fatores. Todas as indicações relativas à interpretação foram mais do que merecidas. Todos vão bem além em seus papéis. O figurino também é cuidadososamente exagerado, contribuindo para o tom um tanto quanto caricato do filme. A trilha sonora foi um deleite para os meus ouvidos. Simplesmente deliciosa e, talvez, a única coisa que tenha me empolgado nesse filme. 


Mas, mesmo com tudo isso, mesmo com várias coisas no seu devido lugar, o filme não me agradou. Falta alguma coisa. Falta sal, falta açúcar. Falta química. A começar pela história, nem um pouco original. 

Outra coisa que me irrita bastante é quando o filme segue uma determinada linha, apresentando fatos e personagens e de última hora resolve mastigar todas as informações e desfechos, como se em determinado ponto do roteiro, o diretor/roteirista tivesse chegado a conclusão que a trama estava em um nível muito acima do seu público e resolve explicar tudo como se tivesse falando para crianças. Acho infantil. 



E aí, recomendado?

 Acho que talvez eu precise de um meio termo para essa sessão. Não é que eu não recomende o filme. Tenho certeza que ele agradou ou vai agradar uma grande parte das pessoas. Talvez eu tenha criado expectativas altas e me decepcionei. Ou talvez ele seja realmente um filme muito fraco. De qualquer forma não é um filme que eu diria "NÃO VEJA DE JEITO NENHUM", mas nem de longe é um filme que eu falarei "Poxa, vale muito a pena". Então vou deixar o Não recomendo até achar um meio termo para esse tipo de filme. 


Paga o Ingresso: 



As interpretações e a trilha sonora! 








Irving Rosenfeld: Quando alguém te oferecer um favor ou dinheiro, escolha o favor, não o dinheiro. Jesus disse isso. Não disse?

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

CINEMANIA: Gravidade - Gravity (2013)

Por Rossana Menezes



Direção:
Alfonso Cuarón
Escritores:
Alfonso Cuarón, Jonás Cuarón
Elenco:
 Sandra Bullock, George Clooney, Ed Harris (Voz) 
Release:  4 outubro de 2013 (USA)
Indicações: Filme, Direção, Atriz, Fotografia, Montagem, Trilha Sonora, Design de Produção, Edição de Som, Montagem de Som, Efeitos Visuais. 





Dra. Ryan Stone (Sandra Bullock), uma conceituada engenheira médica, segue na sua primeira missão espacial, junto com o veterano astronauta Matt Kowalsky (George Clooney), que por sua vez comanda a sua última missão antes da aposentadoria, no que parecia ser um rotineiro reparo em um satélite. 

No meio da missão, algo sai errado e os dois se encontram sozinhos e sem comunicação, a deriva no espaço. 

Quando vi o trailer desse filme no cinema me vieram à cabeça dois desfechos: 

1 - Esse filme é uma versão espacial de Mar Aberto e, provavelmente tão chato quanto.

2 - Esse filme é completamente diferente do que o trailer está vendendo e do que George Clooney vem fazendo e vai ser uma super aventura, e naves alienígenas vão aparecer e salvá-los. 

Não foi lá uma perspectiva que me agradou, mas como vinha ouvindo falar muito bem dos efeitos visuais, resolvi dar uma chance. 




Cuarón, mais conhecido por seu trabalho em Harry Potter e o prisioneiro de Azkaban, levou o cinema um passo a frente quando decidiu fazer esse filme. Disso eu tenho certeza. A começar pela desconstrução dos eixos com os quais estamos acostumados. Mesmo quando vemos um filme passado no espaço, gravidade zero, as câmeras sempre mostram uma perspectiva de quem está vendo o filme. Geralmente eles mantém os eixos horizontais e verticais bem definidos, mas em Gravity isso muda totalmente. Lembro que cheguei a pensar que minha cabeça tava dando mais voltas do que minha última ida a um parque de diversões, algumas semanas atrás. Houve inclusive quem passasse um pouco mal. É bem interessante perceber essa perspectiva do diretor, que consegue passar pro telespectador a sensação de desconforto que um ser humano tem quando está fora do seu habitat natural. E isso Cuarón faz com maestria. O filme é, acima de tudo, um filme de sensações. 

A ideia do filme existia há mais de 5 anos, mas quando ele conversou com David Fincher, foi informado de que não havia tecnologia disponível ainda pra realizar tal coisa, e que ele deveria esperar no mínimo mais uns 5 anos. Cuarón esperou quatro anos e meio. E cada minuto do filme mostra o esmero, o cuidado e a genialidade desse mexicano. 

Outra coisa interessante nesse filme é a falta do uso do chromakey, ou fundo verde. Nesse caso foi utilizada a Light Box, uma caixa gigante, com 196 painéis de led que exibiam o cenário por trás dos atores em altíssima qualidade,  além de dar uma noção de direção e distância. O realismo é uma coisa absurda, e essa é uma técnica que deve fazer parte dos filmes daqui pra frente. Junte a tudo isso o fato de sermos levados por cenas sem cortes por mais de 15 minutos, o que não é uma novidade, mas não deixa de ser uma coisa bem complicada de fazer. 

A direção do filme é impecável. Como falei antes, esse é, acima de tudo, um filme de sensações. Cuarón conseguiu como poucos, passar o medo, a fragilidade humana diante do infinito do espaço, o instinto de sobrevivência, desespero. O realismo do cenário e a atuação de Sandra Bullock e George Clooney (contra todas as expectativas) contribuem para o brilhantismo do filme. Isso tudo sem falar na perfeição dos efeitos sonoros. A única vez que eu tinha visto em um filme, passado no espaço a questão de que o som não se propaga no vácuo, foi em Star Trek (2009). Fui ao delírio quando na primeira cena de batalha espacial não se ouve absolutamente nada!! Quase choro. Em Gravity isso acontece o tempo todo. O único som que ouvimos é o dos comunicadores dentro dos capacetes dos astronautas e os barulhos do organismo deles. Fora isso, todas as cenas externas são desprovidas de som ambiente, contando apenas com uma música de fundo. 


Mereceu todas as indicações que recebeu ao Oscar!!! #Natorcida

Mas deixando um pouco a parte técnica de lado, vamos falar sobre o que interessa à maioria das pessoas: a história!

O filme não é uma versão espacial de Mar Aberto e muito menos uma clássica aventura de ficção científica como eu havia imaginado. Ele está muito mais para uma versão moderna de 2001 - Uma odisseia no espaço, do que qualquer outra coisa. Ele vai além do visual, ele vai além dos sentidos. 

Ele não só brinca brilhantemente com nossa visão, nossa audição e nossa noção de espaço, como também nos leva a refletir sobre o nosso lugar no mundo, sobre o papel da humanidade na história, sobre o tamanho do ser humano diante do desconhecido. Ele fala de sobrevivência, instinto, renascimento, fechando o filme com uma das mais belas sequências dos últimos tempos no cinema, nos levando do grande momento da humanidade, da tecnologia, do domínio das máquinas e da exploração do desconhecido muito além do nosso horizonte diretamente ao começo do processo evolutivo. 

Sim, me lembrou bastante de 2001, mas não é uma imitação. Talvez uma homenagem, mas com uma abordagem completamente diferente e com um ritmo absolutamente distinto. Gravity é rápido, é tenso, é intenso.

E aí, recomendado?

 

SE você não sofre de de labirintite! 



Paga o Ingresso: 


*SPOILER* 
Todos os efeitos visuais e a cena final, quando Sandra Bullock sai da água!   




Matt Kowalski: "Metade da América do Norte acabou de ficar sem Facebook" 



quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

CINEMANIA: OSCAR 2014 - Yi dai zong shi (2013) - O Grande Mestre

Por Rossana Menezes



Direção:
Kar Wai Wong
Escritores:
Kar Wai Wong
Elenco:
Tony Leung Chiu Wai, Ziyi Zhang, Jin Zhang 
Release: 30 de Agosto de 2013 (USA)
Indicações: Melhor Fotografia 





Filme baseado na história de Ip Man, mestre das artes marciais que tornou famoso o estilo de Kung Fu Wing Chun. Bem, quando falo "famoso" quero dizer entre os praticantes de artes marciais e não para todo mundo, pois você talvez nunca tenha ouvido falar nisso. Mas para que você tenha uma idéia de o quão famoso, ele foi mestre de Bruce Lee. 

No começo do século XX, Ip Man, apesar de ser um consagrado artista marcial, vivia sua vida pacificamente, até a chegada de Gong Yutian, um mestre do norte da China que anuncia a sua aposentadoria e aponta Ma San, seu discípulo, como seu sucessor. Ele concede que o Sul também deveria ter o seu próprio sucessor. Uma discussão calorosa toma conta dos mestres do sul que acabam por decidir que Ip Man deveria ser o representante escolhido para desafiar Gong Yutien. Mas pra isso ele teria que derrotar três outros mestres. 

Eu vou começar dizendo que, apesar de gostar muito de Tony Leung Chiu Wei, achei que Donnie Yen tem mais cara de Ip Man. Talvez por ter visto primeiro os filmes com ele. Mas isso não tira o mérito de Tony Leung, que está muito bem!

Ziyi Zhang como sempre também não deixa a desejar, apesar de vê-la quase sempre em papéis parecidos (exceto em Memórias de uma Gueixa), ela faz bem esse tipo de papel. 

O filme é um prato cheio para os amantes das artes marciais e de uma excelente fotografia e direção de arte. Ele bebe na mesma fonta de Hero. Claramente influenciado pelos filmes de Kurosawa dando um destaque muito grande ao em torno da ação e não nela própria. Por outro lado difere bastante no que diz respeito aos planos filmados. Em O Grande Mestre vemos planos bem mais fechados e pouquíssimo uso das tele-objetivas usados a exaustão nos filmes de Kurosawa. 


Como grande parte dos bons filmes orientais, ele segue um ritmo lento. Quase em câmera lenta (literalmente). São 2h10min de filme. Mas eu mal notei passar. Entrelaçando partes da história e diálogos com excelentes cenas de lutas extremamente bem coreografadas e uma beleza estonteante. Ao contrário de Hero, ele tem um tom sombrio, quase desporivido de cor. Extremos opostos com o mesmo efeito aos olhos de quem assiste. Nesse caso é ainda uma aula de história, sobre a china no começo do século XX, sobre a invasão dos japoneses e sobre como os mestreas das artes marciais realmente dominavam o lugar e tinham uma posição de alto prestígio.



E aí, recomendado?

 SE você gosta de artes marciais, veja! Vale a pena pelas cenas de luta, pela história. Se você não é fã de artes marciais, mas aprecia uma boa direção de arte, uma boa fotografia, um filme que agrada aos olhos, também recomendo. 







Paga o Ingresso:



Tudo! Do começo ao fim do filme. Simplesmente sensacional! Mas a luta de Gong Er contra Ma San é absolutamente fantástica!!




Se interessou? Assista ao trailer:



quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

CINEMANIA: OSCAR 2014 - Capitão Phillips (2013) - Captain Phillips -

Por Rossana Menezes



Direção:
Paul Greengrass
Escritores:
Billy Ray (Roteiro), Richard Phillips (Livro)
Elenco:
Tom Hanks, Barkhad Abdi, Barkhad Abdirahman
Release: 11 de Outubro de 2013 (USA)
Indicações: Melhor filme, Ator coadjuvante, Roteiro adaptado, Edição de som e Mixagem de som. 





Baseado no livro "A Captain's Duty: Somali Pirates, Navy SEALS, and Dangerous Days at Sea" de Richard Phillips, o filme conta a história verídica (segundo o IMDB... vai saber o que realmente rolou) do Capitão Phillips e o US-flagged MV Maersk Alabama, o primeiro navio cargueiro a ser sequestrado por piratas na costa da Somália. 

Eu separaria esse filme em dois. Um mostra a dicotomia entre dois mundos. Entre um americano, casado, com filhos, capitão de um navio, cujo maior problema na vida é se seu filho está se esforçando o suficiente para entrar na faculdade. Do outro lado uma tribo somali, um país miserável, pessoas sem água, muitas vezes sem comida e até onde o ser humano é capaz de ir para sobreviver. E até onde vai a maldade humana.



O segundo é um excelente filme de ação militar dirigido por ninguém menos do que Paul Greengrass, que conta no seu currículo com A Supremacia e o Ultimato Bourne. Preciso falar algo mais??

Enfim, jogando os dois lados em uma panela e mexendo bem, temos um resultado muito bom, se não fosse a velha baboseira dos americanos salvando o mundo no melhor estilo Independence Day. 

MAS,  é uma história verídica, né... vai saber... se você ignorar toda a ufania Yankee, pode aproveitar bem os dois lados do filme. 



O filme é extremamente bem construido e bem dirigido. Vale ressaltar aqui que ele é, eu chutaria, 65% falado em somali, SEM LEGENDA! E isso é uma das coisas mais geniais do filme. O clima de tensão em volta da tripulação e dos sequestradores transborda da tela, mas fica ainda pior exatamente pelo fato da gente não entender o que eles estão falando. Já se colocou em uma situação dessas? Espero que nem em pesadelo, mas imagine o desespero de estar sendo sequestrado e ainda por cima não entender o que seus sequestradores estão falando entre si. GENIAL!

Outra jogada de mestre foi colocar atores locais para fazer o papel dos sequestradores. E sabe do que mais? O Barkhad Abdirahman (Muse), foi indicado ao Oscar de Ator Coadjuvante em seu primeiro trabalho. Não tenho como dizer que não mereceu a indicação. Fiquei impressionada com todos os atores somali. Muito bons. 

Já Tom Hanks ficou de fora e eu não entendi muito bem o motivo, já que como de costume ele mostra a que veio e faz um excelente trabalho. Principalmente na cena final. 

Vale os Oscars aos quais foi indicado. Vale como um ótimo filme de ação. Vale como uma reflexão também. 

E aí, recomendado?

 

SE você curte filmes de ação militar, não se incomoda com um tiquinho de violência (nada de mais) e se não é daqueles que vai ter azia quando os americanos salvarem o mundo no final. 




Paga o Ingresso: 


*SPOILER* 
A maneira como os militares resolvem a situação depois de muito tentarem, sem sucesso, negociar. Não tem um filme que use um sniper para resolver uma situação de tensão que não ganhe o meu coração. 




E Aqui, lado a lado, o Richard Phillips real e o personagem:




Se interessou? Assista ao trailer:


quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

CINEMANIA: E O OSCAR VAI PARA...

Por Rossana Menezes


E finalmente saiu a lista oficial dos indicados ao Oscar 2014. Confesso que não vi muitas surpresas. Tá bem coerente. Confesso também que foi uma alívio ver que O Som ao Redor não foi indicado e que o Hobbit teve indicações apenas técnicas como eu imaginei. 

A partir da semana que vem até o dia da cerimônia, farei review apenas dos filmes indicados abaixo. Quem quiser refrescar a memória pode reler o review de Gravity (Gravidade). 

Melhor filme

Trapaça
Capitão Phillips
Clube de Compras Dallas
Gravidade
Ela
Nebraska
Philomena
12 Anos de Escravidão
O Lobo de Wall Street

Melhor diretor

David O. Russell - Trapaça
Alfonso Cuarón - Gravidade
Steve McQueen - 12 Anos de Escravidão
Martin Scorsese - O Lobo de Wall Street
Alexander Payne - Nebraska

Melhor atriz
Cate Blanchett - Blue Jasmine
Amy Adams - Trapaça
Sandra Bullock - Gravidade
Judi Dench - Philomena
Meryl Streep - Álbum de Família

Melhor ator
Christian Bale - Trapaça
Bruce Dern - Nebraska
Leonardo DiCaprio - O Lobo de Wall Street
Chiwetel Ejiofor - 12 Anos de Escravidão
Matthew McConaughey - Clube de Compras Dallas

Melhor ator coadjuvante
Barkhad Abdi - Capitão Phillips
Bradley Cooper - Trapaça
Michael Fassbender - 12 Anos de Escravidão
Jonah Hill - O Lobo de Wall Street
Jared Leto - Clube de Compras Dallas

Melhor atriz coadjuvante
Sally Hawkins - Blue Jasmine
Jennifer Lawrence - Trapaça
Lupita Nyong'o - 12 Anos de Escravidão
Julia Roberts - Álbum de Família
June Squibb - Nebraska

Melhor canção original

"Alone Yet Not Alone" - Alone Yet Not Alone
"Happy" - Meu Malvado Favorito 2
"Let it Go" - Frozen - Uma Aventura Congelante
"The Moon Song" - Ela
"Ordinary Love" - Mandela

Melhor roteiro adaptado
Antes da Meia-Noite
Capitão Phillips
Philomena
12 Anos de Escravidão
O Lobo de Wall Street

Melhor roteiro original

Trapaça
Blue Jasmine
Clube de Compras Dallas
Ela
Nebraska

Melhor longa de animação

Os Croods
Meu Malvado Favorito 2
Ernest & Celestine
Frozen - Uma Aventura Congelante
The Wind Rises

Melhor documentário em longa-metragem

The Act of Killing
Cutie and the Boxer
Dirty Wars
The Square
20 Feet From Stardom

Melhor longa estrangeiro

The Broken Circle Breakdown
A Grande Beleza
A Caça
The Missing Picture
Omar

Melhor fotografia

O Grande Mestre
Gravidade
Inside Llewin Davis: Balada de um Homem Comum
Nebraska
Os Suspeitos

Melhor figurino

Trapaça
O Grande Mestre
O Grande Gatsby
The Invisible Woman
12 Anos de Escravidão

Melhor documentário em curta-metragem

CaveDigger
Facing Fear
Karama Has No Walls
The Lady in Number 6: Music Saved My Life
Prison Terminal: The Last Days of Private Jack Hall

Melhor montagem

Trapaça
Capitão Phillips
Clube de Compras Dallas
Gravidade
12 Anos de Escravidão

Melhor maquiagem e cabelo

Clube de Compras Dallas
Vovô Sem-Vergonha
O Cavaleiro Solitário

Melhor trilha sonora

A Menina que Roubava Livros
Gravidade
Ela
Philomena
Walt nos Bastidores de Mary Poppins

Melhor design de produção

Trapaça
Gravidade
O Grande Gatsby
Ela
12 Anos de Escravidão

Melhor animação em curta-metragem

Feral
Get a Horse!
Mr. Hublot
Possessions
Room on the Broom

Melhor curta-metragem

Aquel No Era Yo (That Wasn't Me)
Avant Que De Tout Perdre (Just Before Losing Everything)
Helium
Pitääkö Mun Kaikki Hoitaa? (Do I Have to Take Care of Everything?)
The Voorman Problem

Melhor edição de som

Até o Fim
Capitão Phillips
Gravidade
O Hobbit - A Desolação de Smaug
O Grande Herói

Melhor mixagem de som

Capitão Phillips
Gravidade
O Hobbit - A Desolação de Smaug
Inside Llewin Davis: Balada de um Homem Comum
O Grande Herói

Melhores efeitos visuais

Gravidade
O Hobbit - A Desolação de Smaug
Homem de Ferro 3
O Cavaleiro Solitário
Star Trek - Além da Escuridão
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