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sábado, 22 de agosto de 2015

UMA BOA OPÇÃO DE LAZER; NAVEGAR NAS ÁGUAS DO CAPIBARIBE

Barco Escola Águas do Capibaribe

Voltamos a falar, mais uma vez, sobre o Barco Escola Água do Capibaribe. Criado na gestão da Professora Edla Soares na Secretaria de Educação da Prefeitura da Cidade do Recife, em 2004, o barco teve como ideia original as aulas sobre meio ambiente mostrando nosso rio os mangues, a flora e a fauna do Recife.

Era a realização de um sonho de Profa. Edla poder mostrar o rio Capibaribe a crianças que, embora pareça inacreditável, morando em Recife, jamais tinham visto o Rio.


O barco foi construído durante a gestão de Manoel Morais como diretor da DGPE (Diretorial Geral de Projetos Especiais) da Secretaria de Educação que, ao lado de Sérgio Menezes. acompanhou de perto a construção do barco, em cabedelo, na Paraíba.


A programação visual e marca do barco escola foi um projeto daEdite.Com Comunicação e Marketing na pessoa de Teresa Poças e Rejane Menezes.

Os quatro, ao lado de Prfa. Edla, participaram do primeiro passeio realizado pelo catamarã inaugurando uma nova fase no aprendizado das crianças das escola municipais da época.

domingo, 24 de novembro de 2013

VINHOS & Cia: Redescobrindo o Brasil ( parte 4)

Por Sérgio Menezes


No mundo todo há duas regiões onde o cultivo de uvas viníferas são registrados. Basicamente, estas culturas são desenvolvidas entre os paralelos 30º e 50º no hemisfério norte, onde podemos encontrar a Califórnia, toda a Europa mediterrânea, a Alemanha e Áustria, o Norte da África  e, no hemisfério sul, a Austrália e a Nova Zelândia, a África do Sul, o Chile e ainda a Argentina, o Uruguai e a parte sul do Brasil. 
No entanto temos no Brasil uma experiência única no universo enológico, a viticultura de semiárido tropical,  que desperta curiosidade no mundo todo.
No Vale do São Francisco, os municípios de Petrolina e Santa Maria da Boa Vista em Pernambuco e Casa Nova, Juazeiro e Curaçá na Bahia, são responsáveis por 99% da uva de mesa exportada pelo Brasil e pela produção de 5 milhões de litros de vinho por ano, onde a capacidade produtiva das videiras são dadas pelo manejo e não pelo clima, como acontece em outras regiões.
Sempre seco e quente as plantas geram duas safras por ano em ciclos de 120 a 130 dias e, com o escalonamento de vinhedos, é possível planejar colheitas o ano todo.
O período de descanso das vinhas é induzido pela irrigação artificial e dura de 30 a 60 dias. O solo alcalino apresenta grandes depósitos sedimentares rochosos e a grande insolação produz uvas com alto nível de açúcar, resultando em vinhos bastante frutados.
O sertão do nordeste tem clima semiárido, temperatura variando entre 20,5 e 31,7 graus Célsius, relevo de planície, com altitude média de 350 metros e solo de origem sedimentar alcalino.
As principais variedades tintas são a Cabernet Sauvignon, Syrah, Tempranillo e Touriga nacional e as variedades brancas Chardonay, Moscato e Chenin Blanc.
A produção no nordeste começou com a Vinícola Boticelli nos anos 80, depois vieram a  Vinícola Ouro Verde – Miolo, a Vitivinícola Santa Maria - Vinibrasil - Grupo Dão Sul – Portuga, a Adega Tedesco, O Chateau Ducos.
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