Porque precisamos escolher bem o que fazer em nosso dia a dia. As nossas escolhas definem a nossa qualidade de vida.


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segunda-feira, 20 de julho de 2015

DICAS DE SAÚDE: FIBRA ALIMENTAR MELHORA A SAÚDE DAS CRIANÇAS





REEDUCAÇÃO ALIMENTAR CONTRIBUI PARA O DESENVOLVIMENTO DOS PEQUENOS DE FORMA SAUDÁVEL

Ter atenção ao cardápio das crianças é fundamental para garantir seu crescimento e desenvolvimento de forma saudável. A fibra alimentar faz parte desse processo e oferece uma série de benefícios, quando inserida na alimentação infantil.

A fibra alimentar representa componentes presentes nas paredes das células dos vegetais e que não são digeridos pelo intestino delgado. Presente na alimentação dos adultos que buscam, principalmente, regular o intestino, ela também deve ser consumida nos primeiros anos de vida.


OS BENEFÍCIOS DA FIBRA ALIMENTAR PARA AS CRIANÇAS

A nutricionista Renata Rodrigues Oliveira afirma que crianças a partir de um ano de idade, que já estão com a alimentação normal, devem consumir o nutriente regularmente. A única exceção, ressalta a especialista, é para crianças com problemas intestinais ou alergia a alimentos ricos em fibra.

A fibra alimentar auxilia no bom funcionamento do trânsito intestinal, regulando o organismo e ajudando no controle da obesidade e dos níveis de colesterol. Ela também atua na prevenção de uma série de doenças. Além desses benefícios, o consumo regular do nutriente contribui para a melhora do apetite.

Renata explica que a fibra é encontrada em verduras, legumes, frutas, cereais integrais (granola, farelo de aveia), grãos (lentilha, feijão, grão-de-bico) e sementes (linhaça, chia). Todos podem ser dados às crianças. Além disso, é possível encontrar módulos de fibra em pó, vendidos em forma de sachês ou manipulados.

Porém, na hora de escolher a quantidade ideal, muita gente acaba ficando confusa. Afinal, é preciso lembrar que tanto a carência quanto o excesso podem ser negativos para o corpo humano. "Os valores variam de acordo com a idade, indo de 19 a 30 gramas ao dia", explica a nutricionista.

Para saber a quantidade ideal para os pequenos, é fundamental uma consulta com um nutricionista. O profissional levará em conta a idade, o peso e a rotina alimentar da criança, encontrando a dose mais indicada do nutriente.

REEDUCAÇÃO ALIMENTAR ENVOLVE TODA FAMÍLIA

Para a nutricionista Renata, a melhor forma de estimular as crianças a comerem de forma saudável e natural é dando exemplo. "Seu filho seguirá o tipo de alimentação da sua casa. Portanto, se você quer ensinar hábitos saudáveis a ele, comece por você”, afirma.

Além das fibras alimentares, uma reeducação alimentar deve englobar vitaminas, minerais, proteínas e carboidratos. Assim, as crianças receberão todos os nutrientes necessários para estimular o seu crescimento.
Crianças habituadas com uma dieta balanceada têm menos propensão a sofrer com uma série de problemas, como obesidade, pressão alta ou colesterol desregulado.


Além disso, é muito importante que as crianças sejam estimuladas a praticar atividades físicas, garantindo ainda mais saúde à sua rotina. Esportes ou brincadeiras ao ar livre contribuem para uma vida mais saudável.


Fonte: http://vivomaissaudavel.com.br/

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

COMER BEM: GRANOLA



por Rossana Menezes


Muito mais importante pra mim do que perder peso é manter hábitos saudáveis. Não vou mentir e dizer que não estou TAMBÉM buscando um objetivo de perda de peso. Estou sim e estou mirando alto, mas para mim não adianta se magra, sarada se isso for alcançado através de dietas malucas, suplementos de origem duvidosa e shakes bizarros. Pra mim, emagrecer sem saúde, sem equilíbrio não adianta de absolutamente nada.


Com isso em mente eu tento consumir tudo de mais natural que posso e faço tudo que posso em casa, pois com isso eu sei o que estou mandando para dentro do meu corpo. Faço meu próprio pão sem glúten (sou alérgica a trigo) entre outras coisas. Hoje resolvi fazer granola e o resultado foi maravilhoso.

                              
Juntei em um recipiente:


1 xic de aveia sem glúten (não a farinha, a aveia mesmo, em grãos)
1/2 xic de semente de linhaça
1/2 xic de semente de abóbora
1/4 xic de castanha de caju
1/4 xic de amêndoas fatiadas
1 col de sopa de mel
Uvas


Espalhe em uma assadeira coberta com papel alumínio e leve ao forno a 180 graus por 15 minutos.

Na próxima semana trarei para vocês a minha receita de Pão sem Glúten. Aguardem.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

DICAS DE SAÚDE: O que comer durante a amamentação?



Se durante a gravidez a alimentação da mamãe merece cuidados especiais, durante a amamentação não é diferente. Os alimentos ingeridos pela mãe tem relação direta com a produção do leite    que o bebê irá se alimentar.
Desta forma continuar com  os hábitos saudáveis de alimentação durante a gravidez é o primeiro passo.



A mãe que está amamentando deve manter uma dieta rica em grãos e cereais integrais, frutas e verduras, e alimentos que sejam boas fontes de proteínas, cálcio e ferro. É claro que uma guloseima de vez em quando não faz mal a ninguém. Mas não deve fazer parte da alimentação do dia a dia.
O consumo de gorduras saudáveis é benéfico para o bebê: abacate, azeite, castanhas, sementes e peixes gordurosos como o salmão são bons exemplos. 


Entretanto as gorduras saturadas como frituras, manteiga, gordura vegetal, devem ser evitadas. 

Durante o período de  amamentação  é comum a mãe sentir mais  fome, uma vez que o corpo está trabalhando duro, 24 horas por dia, para produzir leite para o bebê.

O ideal é comer sempre um pequenos lanche nutritivo entre as mamadas como frutas, vitaminas, iogurte, barrinha de   cereal ou  uma torrada com queijo, por exemplo. Assim se pode manter a   fome sob controle e os níveis de energia altos.

É  importante que a mãe se mantenha sempre hidratada. Mas não se preocupe com a quantidade a ser ingerida. O corpo se encarrega de avisar quando estiver  precisando de água.

O QUE DEVE SER EVITADO

Cafeína e álcool devem ser evitados, assim como a nicotina, pois passam para a corrente sanguínea e vão para o leite.

Se precisar tomar alguma medicação deve ser sob orientação médica para que seja receitado medicamento próprio para quem está amamentando.

A INGESTÃO DE ALGUM ALMENTO PODE PROVOCAR   GASES NO BEBÊ?



Existem vários casos onde a ingestão de algum alimento pela mãe pode causar inquietação no bebê e sintoma de cólicas.

O importante, nesses casos, é que a mãe confie no seu poder de observação. Percebendo sintomas de cólicas, com o bebê irritado sem motivo aparente, a mãe deve lembrar do que comeu nas últimas    horas e experimentar deixar de comer o alimento, observando se o bebê melhora.  Depois, para confirmar se foi realmente aquele alimento que provocou as cólicas, pode experimentar comê-lo uma vez e observar a reação do bebê.

Se a mãe gosta de chocolate e tem medo que cause cólicas no seu bebê pode experimentar comer um para observar. O chocolate não provocará cólicas obrigatoriamente em todos os bebês.

Entretanto, entre os suspeitos mais comuns de provocar cólica estão:
brócolis, feijão, repolho, cebola e leite de vaca.
 






O pediatra  e profissionais da área de nutrição devem ser consultados para que seja garantida ao bebê uma amamentação tranquila  e saudável. Porque, nos primeiros seis meses, o leite materno é o alimento mais recomendado para a saúde do bebê.

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