Porque precisamos escolher bem o que fazer em nosso dia a dia. As nossas escolhas definem a nossa qualidade de vida.


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terça-feira, 11 de abril de 2017

DICAS literárias: NOVIDADES RECENTES EM www.patriciatenorio.com.br





Índex* - Março, 2012
Foi às portas doInfernoE provouO gosto árduoDe amar eNão ser amada*Mesmo sóNo infinitoPurgatórioExperimentouGotas de orvalhoQue desciamSuavementeLá doCéu*Avistou São PedroE suas chavesDouradasE os portõesDouradosQue se abriamDe par em parComo se para BeatrizFossemComo se para BeatrizAbrissemUm sem fronteirasDe bênçãosE felicidade*Pedro sorriu para BeatrizEle que negouTrês vezesEle que sofreuTrês vezesO suplício de negarA quem muitoAmava*Ele estendeu (...) 

A volta de um"A menina do olho verde" | Patricia (Gonçalves) Tenório
A ALVORADA(Extraído de A menina do olho verde, Recife, 2016)Os dois se olhavam através da Alvorada. Manoela, no deserto, adivinhava o rosto de Pedro na janela da casa de professora Mariana, de onde ele não saía mais. E Pedro sentia a menina do olho verde com o toque dos raios de Sol em seu rosto envelhecido.Eles haviam envelhecido, cada qual no próprio Tempo. Mas possuíam ainda um coração de criança, um sentimento de menino e menina da cachoeira. Sabiam-se um ao outro pertencentes, sabiam-se um ao outro congruentes, e (...) 

Alfredo Pérez Alencart | Poemas
De: ALFREDO PÉREZ ALENCART <
alen@usal.es>Data: 04/02/2017 16:14Para: ALFREDO PÉREZ ALENCART <alen@usal.es>Assunto: Saludos de A. P. Alencart Queridos/as poetas y amigos/as: Les hago conocer dos selecciones de mis poemas hechas desde la antología  AQUÍ ES EL CIELO /  TU JE NEBO. Se publicaron en las revistas NAGARI y METAFOROLOGÍA, ambas editadas en Estados Unidos y en español. Pronto saldrá una tercera muestra, esta vez en la revista argentina LA POESÍA ALCANZA. Aquí el poema ‘Forastero’ (...) 

Geórgia Alves* |"Reflexo dos Górgias"**
Há um abismo entre eles. O mar e o desfiladeiro. O único acesso se dá pelo caminho de chão batido, haverá um não? Pode ser este significado de geração que os separa? O que há no reflexo dos espelhos que miram? O que impregnou em cada um?Foi desejo à primeira vista. Ele a quis. Deu o primeiro passo. Estavam no Interior, ele expressou desejo de amá-la, com insistência. Queria tê-la em qualquer lugar, um banheiro que fosse. Na lembrança dela, chegou a teimar mesmo. Porque ela queria, mas não tinha pressa, nem (...) 

Grupo de Estudos em Escrita Criativa | Com Bernadete Bruto & Elba Lins
Março, 2017 A volta às aulas, das férias, vem sempre carregada de novidades doces e tenras, feito um fruto bom.O Grupo de Estudos em Escrita Criativa passou pelo período de recesso, de entre-meio de estudos e escritas, e, das profundezas do que apreendemos juntas, trago à tona duas propostas.A da escritora e poetisa Elba Lins (PB/PE – Brasil) tenta conciliar a Prosa e a Poesia, a Crítica com a Ficção: analisa o romance Acais, de Valquíria Lins, e da análise brotam poemas-personagens-símbolos-do-nordeste.A da escritora e poetisa Bernadete Bruto (PE – (...) 

Luís Augusto Cassas* | "A Poesia sou Eu"**
Pensão Habitam comigo há anosno quarto escuro de mimdividindo o alugueldestas trinta e três vértebras(usando o mesmo banheiroprato talher e cadeirapalitando os seus molareslogo após a sobremesa)um estudante de Letras;um boêmio que recitaLorca; um funcionário públicoque sofre dores nos rins;um cozinheiro que fritaovos às três da manhã;um advogado que no fórumadvoga o imundo do mundo;um conquistador baratosem lábia e brilhantina;e um poeta de esquinaque por vergonha do ofícionão (...) 

Marta Braier | por Rolando Revagliatti
From: Rolando Revagliatti [mailto:
revadans@yahoo.com.ar]Sent: sábado, 4 de março de 2017 18:00To: Revista Azahar (de España) <revista_azahar@hotmail.com>; trajineros.blogspot.com <colectivotrajin@gmail.com>Cc: Carlos Gallardo Guarniz <revistaelsoldelperu@hotmail.com>; Víctor M. Falco <vittoriofa9@hotmail.com>Subject: Marta Braier: sus respuestas y poemas Marta Braier: sus respuestas y poemas Entrevista realizada por Rolando Revagliatti Marta Braier nació el 19 de junio de 1947 en San Miguel de Tucumán, provincia de Tucumán, República Argentina, y (...) 

PatriciaTenório.com.br | Facebook | @PatriciaTenori3

terça-feira, 15 de novembro de 2016

DICAS LITERÁRIAS: FELICIDADE FOI-SE EMBORA?






Livro: Felicidade Foi-se embora?
Autores: Leonardo Boff, Mario Sergio Cortella, Frei Betto
Editora: Vozes



Felicidade foi-se embora? A tristeza não tem fim, mas a felicidade sim? É impossível ser feliz sozinho? Três dos mais prestigiados autores do país se reúnem nesta obra para falar da Felicidade, este tema que nos inquieta, nos provoca e incita a construir todos os dias a base para alcançar este momento de plenitude da vida. São muitas as perguntas, e nenhuma tem uma resposta definitiva. Mas com certeza neste livro você vai encontrar uma inspiração para buscar a felicidade em todos os momentos da vida, até nos mais difíceis. Se abra para a felicidade e verá que é bem mais simples do que imaginava!

Lançado com um debate dos três Autores, Frei Betto, Leonardo Boff e Mário Cortella, o livro nos leva a um aprofunda reflexão sobre o que é realmente felicidade e o que nós pensamos que ela é.

Boff diz que o tema do livro foi uma sugestão da editora, por julgar o assunto atual e merecedor de uma abordagem mais aprofundada que a das publicações de autoajuda. “Essa indústria criou um mercado no qual se oferecem soluções fáceis, mas enganosas de felicidade. Esse tipo de literatura mostra algo inegável: a ansiedade de sermos felizes. Mas não de qualquer jeito. Uma felicidade nasce de nós mesmos, de nosso coração, de nossas potencialidades internas. Ilusória é aquela prometida a partir de fórmulas tiradas com cacos de ciência, de sabedoria oriental, de psicologia e de religião e que dispensa o trabalho interior de criar as condições de torná-la real. A felicidade não é filha do acaso nem é dada espontaneamente por si mesma. Ela resulta de um processo criativo do ser humano, no esforço de criar sentido com tudo o que faz e de descobrir sentido que se realiza no curso de sua história e naquilo que vive cotidianamente”, pontua.

Talvez uma das tarefas mais difíceis seja defini-la. “O que é profundo e tem a ver com o sentido radical de nossa existência não pode ser definido de forma cabal e que responde a todas as demandas. É sempre uma realidade em aberto. A felicidade não se define, vive-se e se constrói”, opina o teólogo. No capítulo em que expõe seus pensamentos, Felicidade: não correr atrás de borboletas, mas cuidar do jardim para atraí-las, Boff comenta que a busca da felicidade é da essência do ser humano e cita Aristóteles. “A felicidade, segundo o filósofo grego, é fruto do agir e do bem viver. Portanto, ela resulta de um modo de vida virtuoso; tudo o que a pessoa pensa e faz é bem pensado e benfeito. A felicidade que daí se deriva vale por si mesma, sem acrescentar-lhe qualquer coisa. Por isso não há nada melhor e mais excelente que a felicidade”, descreve em um determinado trecho.

Boff acrescenta que todos somos devorados pela ânsia desse sentimento, porque somos construídos de tal forma que buscamos sempre uma plenitude de vida e um sentido que oriente nossa trajetória pelo mundo. “É um impulso que nos toma totalmente e não nos deixa em paz enquanto não atendermos minimamente a ele. O resultado dessa diligência é o que chamamos de felicidade. Ela não existe em si; é consequência de retas relações para consigo mesmo, de adequadas relações para com a vida, para com os outros, para com a natureza, para com a Mãe Terra e para com o todo que nos circunda”, afirma.

"Não existe a felicidade como perenidade. A ideia da felicidade como um estado permanente é uma impossibilidade, à medida que uma boa parte dos nossos sentimentos é vivenciada pela ausência (...) Felicidade não é um estado contínuo, não pode e nem deve sê-lo. E nem seria possível, pois isso colocaria a pessoa próxima do estado de demência", resume o filósofo, educador e escritor Mario Sergio Cortela logo na abertura do seu texto.
Outro ponto em comum apontado neste pequeno livro de 130 páginas é a importância da boa convivência familiar e o papel dos amigos para tornar mais frequentes e duradouros estes nossos momentos de felicidade. Ou seja, ninguém consegue ser feliz sozinho.
Escreve Frei Betto: "Sou feliz por pertencer a uma família afetuosa, e considerar suficiente o necessário. A razão principal da felicidade reside, porém, em dois fatores: as amizades conquistadas ao longo da vida e o sentido que imprimo à minha existência. As amizades me suscitam amor e me fazem sentir amado. É um privilégio saber que posso bater, sem aviso prévio, à porta de amigos e amigas às três da madrugada, em cidades do Brasil e do exterior, com a certeza de que serei bem-acolhido".

Leonardo Boff completa: "A felicidade e a paz não são construídas pelas riquezas materiais e pelas parafernálias que nossa civilização materialista e pobre nos apresenta (...)Nós nos esquecemos que aquilo que nos traz felicidade é o relacionamento humano, a amizade, o amor, a generosidade, a compaixão e o respeito, realidades que têm muito valor mas não têm preço".
E aí, será que a felicidade está indo embora? Bem, que tal comprar o livro, dar uma boa lida e depois responder a essa pergunta?



sexta-feira, 28 de agosto de 2015

AGENDA CULTURAL




Está acontecendo no Recife, desde o dia 26 de agosto o 13º Festival Recifense de Literatura - A Letra e a Voz, em homenagem a Ariano Suassuna  e  vai até o dia 30 próximo domingo. Todas as atividades serão na Avenida Rio Branco, Recife Antigo.

Confira aqui a programação para os dias 29 e 30

DIA 29 (sábado)
Festa do Livro (8h às 20h)
14h - Contação de histórias com Susana Morais e Tio Diego
16h - Recital poético com o grupo Doiscordéis
19h - Apresentação do grupo Em Canto e Poesia

DIA 30 (domingo)
Festa do Livro (8h às 20h)
14h - Contação de histórias com a Turma Mangue e Tal
18h - RECITATA 2015 - Concurso de Poesia Oral do Recife

Mais informações no link:



terça-feira, 14 de abril de 2015

DICAS DE LITARATURA : O MISTURADOR DE LETRAS

 O universo dos que gostam de uma boa mistura de letras, com sentimento, poesia e criatividade, hoje está triste. Seu grande artesão das letras partiu, para brilhar em outras paragens.

Eduardo Hughes Galeano, jornalista e escritor escreveu  mais de quarenta livros, que já foram traduzidos em diversos idiomas. Suas obras transcendem gêneros ortodoxos, combinando ficção, jornalismo, análise política e História.



São tantos os seus escritos e tão belas as suas palavras que fica difícil escolher apenas um para falar e, falar de todos, acarretaria bem mais que uma pagina neste blog.
Seu mais famoso livro é “AS VEIAS ABERTAS”, considerado, durante os últimos 40 anos,  um texto clássico para os seguidores de filosofias anticapitalistas e antiamericanas na América latina. Entretanto, em 2014 o próprio autor o renegou dizendo que quando o escreveu não tinha ainda o devido conhecimento sobre economia e política.


Galeano escreveu sobre vários temas, sempre de maneira impecável e que prende a atenção do leitor, seja nos questionamentos que coloca, nas mensagens que deixa, nos desafios que propõe.

No “LIVRO DOS ABRAÇOS” Galeano mostra que a história pode ser contada a partir de pequenos momentos.  Ele ouvia e o que de melhor ouviu ele transformou em livros como este, onde lembra como são grandes os pequenos momentos e como eles vão se abraçando, traçando a vida. A memória viva, diz Galeano, nasce a cada dia.


No livro “DE PERNAS PRO AR” ele provoca nossas emoções e nossas consciências, como já o fizera no início da década de 70 no clássico 'As Veias Abertas da América Latina'. Em suas páginas, que transitam pela ironia e, não raro pela indignação, desfilam uma enorme quantidade de fatos, eventos históricos e jornalísticos que comprovam que o mundo está, de fato, de pernas pro ar, refletindo a nossa incapacidade de harmonizar justiça e liberdade.


A trilogia “MEMÓRIA DE FOGO” é composta pelos livros: ‘OS NACIMENTOS”,   “AS CARAS E AS MÁSCARAS” E “O SÉCULO DO VENTO”



Nesta Trilogia o autor traça um painel da história latino-americana nos últimos quinhentos anos. Personagens, mitos, lendas, batalhas, vencedores e vencidos. É um  trabalho poético, histórico, épico, fantástico. Escrito com maestria, os três livros que compõem Memória do fogo formam um inventário apaixonante da saga americana. 
Personagens, mitos, lendas, batalhas, vencedores e vencidos desfilam diante dos leitores em flashes carregados de lirismo e emoção.

No livro “ESPELHOS - UMA HISTÓRIA QUASE UNIVERSAL”, Eduardo Galeano analisa a história da humanidade sob a ótica dos desvalidos, dos esquecidos da história oficial. Em tom de crônica poética, o livro traz um panorama de acontecimentos e de transformações do mundo, misturando o passado e o presente.




São muitos os livros, são muitas as histórias. Escolha um, escolha alguns, escolha todas e viaje com Galeano por esse maravilhoso mundo formado por letras, sonhos, realidade e utopias, que por vezes, ou talvez sempre, se tornem cada vez mais distantes.






terça-feira, 5 de novembro de 2013

A cura de Schopenhauer


por Rossana Menezes




O primeiro livro que li de Irvin D. Yalon, ao contrário da maré, não foi Quando Nietzsche Chorou (esse foi o segundo) e sim a Cura de Schopenhauer. 

Nunca tinha ouvido falar do autor, mas o que me chamou atenção foi o nome de Schopenhauer no título, pois filosofia é um assunto que muito me interessa e o livro não me desapontou.





Ao descobrir um câncer de pele aos 65 anos de idade e receber um diagnóstico nada promissor, o Dr. Julius Hertzfeld, psicanalista, passa a avaliar a sua vida, o seu trabalho, o impacto que causou em seus pacientes, se o que ele fez foi realmente de alguma ajuda para alguém, ou se seus pacientes encontrariam uma forma de se "curar" sozinhos em algum momento. 

É quando ele resolver revisitar as anotações de antigos pacientes e se depara com Philip Slate, de quem tratou por três anos. Philip era um químico, extremamente inteligente e viciado em sexo. Vinte anos depois, sem notícias suas,  Dr. Julius resolve procurá-lo, apenas para descobrir que ele estava não só curado, mas formado em aconselhamento filosófico. Philip explica que o método utilizado por Dr. Julius não o ajudou em nada, mas que ele encontrou nos ensinamentos de Schopenhauer a cura e propõe recomeçar suas sessões juntos, já que, para poder clinicar, ele precisaria ser acompanhado por um profissional também. Dessa forma ele propõe a supervisão de Dr. Julius em troca de ensinar a ele como o pensamento de Schopenhauer pode ajudar uma pessoa. 

Philip passa então a participar de sessões de terapia em grupo onde fala sobre as mudanças da sua vida. 

O livro é bem interessante e de fácil leitura. O autor traz um assunto pesado e de difícil compreensão para uma linguagem bem mais acessível, menos acadêmica, mais coloquial. Tenho certeza de que tem muito acadêmico revoltado com esse tipo de literatura, mas eu acho válido. Afinal, a filosofia nasceu nas ruas e não deve ficar confinada ao espaço acadêmico. 

Uma forma interessante de reflexão e de conhecimento filosófico, ainda que superficial. Está mais do que recomendado!

terça-feira, 29 de outubro de 2013

DICAS LITERÁRIAS: MINHA RAZÃO DE VIVER

 por Rejane Menezes

Minha Razão de Viver – Memórias de um repórter, é um daqueles livros que você começa a ler e não consegue mais parar. A autobiografia de Samuel Wainer é escrita de uma maneira que envolve o leitor e desperta a sua curiosidade de seguir em frente com a leitura. Mas, não é simplesmente uma autobiografia, é um passeio pela história recente do Brasil. Traz documentos e imagens que, segundo o próprio autor, falam virtualmente.


À medida que vamos lendo, não encontramos apenas dados da vida pessoal do jornalista, mas, também, as histórias que ele viveu ou teve conhecimento no exercício de sua profissão. São informações complementares que nos conduzem, por exemplo, pelos labirintos e porões do esquema de arrecadação de dinheiro destinado a financiar o contragolpe preventivo entre meados de 1963 e abril de 1964 por partidários do então presidente João Goulart.

Wainer testemunhou e, algumas vezes, protagonizou os preparativos para a ação abortada por inimigos mais ágeis, quando o golpe militar chegou primeiro.

Considerando essas informações como campos minados, pouco antes de morrer, em 1980, ele pediu para a filha, Pinky, que só fossem inteiramente escancaradas 25 anos após a sua morte. Atendendo ao pedido do pai, ela entregou 53 fitas de áudio gravadas por ele a Augusto Nunes, para que organizasse o livro.

Nascido em 1910, não se sabe ao certo qual o local.  Existe uma hipótese de ele ter nascido na região da Bessarábia, Rússia. Mas não existe confirmação.
Um dos mais célebres jornalistas de seu tempo, podemos dizer que ele ajudou não apenas a contar a história do Brasil, mas, também, a fazê-la, estando presente ou, pelo menos, se relacionando aos grandes acontecimentos da época, inclusive envolvendo as mais altas camadas de poder no país, de 1950 a 1964.

Seu comportamento ético-profissional a pessoas e organizações o ajudou a erguer e manter o jornal Última Hora que era, sem dúvida alguma, a sua razão de viver.

Nascido de uma sugestão de Getúlio Vargas, foi a oportunidade que Wainer esperava, há muito tempo, de ter o seu próprio jornal, já que não encontrava um lugar que fizesse jus a seu talento na imprensa brasileira dos anos 50. O jornal sempre se colocou como pró-Vargas e publicava uma carta de felicitações assinado pelo próprio. Chamado carinhosamente por Vargas de “O Profeta”, Wainer foi um grande colaborador das decisões políticas importantes.

Perseguido pela ditadura militar foi obrigado, em 1972, a vender o seu jornal. Depois desta triste e difícil decisão, mudou-se para São Paulo, onde ficou até o final da vida, como jornalista da Folha de São Paulo.

Minha Razão de Viver é mais que uma autobiografia, é também um retrato dos bastidores políticos do Brasil, na era Vargas até o golpe militar em 1964. Vale a pena conferir.

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